Reflexões de final de ano | Parte 1

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Na mensagem de Natal de 2018, eu disse que 2019 estava batendo na porta com a maior animação porque queria entrar com o pé direito. E entrou!

Revendo as análises que eu fiz, não posso esconder que fiquei muito satisfeito com as previsões do cenário econômico, porque no ritmo que precisava ser, sem estalar de dedos nem truques enigmáticos, os índices econômicos apresentam sinais expressivos de reaquecimento e eu só posso ficar feliz com esse acerto.

Eu sou fã do Paulo Guedes, estou com ele e não abro. Gosto do jeito dele de administrar, tem muito a ver com o que aprendi e aplico na gestão dos meus negócios. Claro que eu não entendo muito de economia estatal, interpreto que no fundo é igual a economia de uma empresa do setor privado, se você gasta mais do que fatura/produz não conseguirá ir adiante pois irá à falência. Quem em sã consciência pode aceitar a ladroagem que estava se alastrando em variados segmentos dos setores público e privado?

No meu caso é completamente inviável, sem a menor possibilidade de acontecer pois aprendi com o meu pai que se eu tirasse um centavo indevido de uma transação qualquer seria o mesmo que tirar um milhão, a ação seria a mesma.

A única coisa que continua me deixando preocupado é o ritmo lento do Legislativo, que apesar da renovação de um grande número de deputados e senadores, ainda continua emperrando decisões vitais para um desenvolvimento social e econômico mais consistente e à altura do que o povo brasileiro merece.

As reformas tributária, administrativa e trabalhista precisam ser concretizadas e harmonizadas com os anseios populares. (A reforma previdenciária avançou, mas na minha opinião precisa ser aprimorada. Muitos brasileiros ficaram de fora…)

Mas eu continuo batendo palmas para o capitão Bolsonaro, que mesmo sendo bombardeado por todos os lados, lutando contra tudo e contra todos se mantém firme, sem baixar a cabeça para a mídia, para lideranças políticas e corporativas nacionais ou internacionais.

Eu acho que como presidente, o Bolsonaro é rude, não é uma pessoa muito polida, algo até compreensível dada a sua formação militar, mas não se pode negar, é uma pessoa que tem boas intenções. Ele é patriota, fala o que pensa, mas os críticos esquecem de uma coisa: ele é estrategista!

Pensem comigo… uma pessoa que é piloto de avião, paraquedista, motociclista e enfrenta uma parcela expressiva de pessoas de outra corrente político-partidária porque acreditava ser a melhor opção para tirar o seu país do atoleiro se elegendo presidente da república, precisa ser levado em consideração e é por isso que eu digo: ele vai vencer! Os fatos reais ocorridos no decorrer da campanha eleitoral e no decorrer desse ano de 2019 ratificam essa minha previsão. Afinal, ele levou uma facada e venceu; retornou ao hospital para três outros procedimentos delicados em função da facada, venceu todas. É corajoso, tem um caráter limpo, bom e forte. (Lula até brincou essa semana dizendo que ele é mais popular no mundo do que o Bolsonaro… e recebeu como resposta “é verdade… Lula só não disse que é no mundo do crime.”)

Graças a Deus o Lula está livre e os índices de popularidade e idolatria nunca estiveram tão baixos! Ele mostrou quem de fato é! Eu era contra sua liberdade, mas vejo que foi a melhor coisa que poderia ter acontecido. Agora ele deixou de ser o “coitadinho que foi preso injustamente” com liberdade para ser vaiado, contestado e esquecido.

O nosso presidente é rude? Sim, ele é rude! Mas pra mim fica muito claro que ele jamais vai fazer algo contra o Brasil! Podia ser menos intempestivo? Pensar melhor antes de falar? Fazer menos loucura? Sim! Mas no fundo, eu acho que essa é a estratégia que traçou para conseguir governar. (Tipo botar o bode na sala e quando o bode começa a incomodar muito, ele manda retirar o bode da sala e ganha a autoria do ato louvável.)

 Bolsonaro e sua equipe pararam de meter a mão no dinheiro dos cofres públicos e o estão utilizando para realizar ações em benefício da nação e do povo. Tem ainda muita coisa atrasada? Sim! Muita coisa a ser realinhada? Inúmeras! Mas agora existe a busca de recursos. Está aí o BNDE’S que não me deixa mentir, devolvendo quantias consideráveis à União. (E a Lava Jato também!)

Vai demorar um pouco, mas nós vamos acertar o Brasil!

E para encerrar esse primeiro turno de reflexões, eu desejo que o Natal que está quase chegando, seja oportunidade de reflexão e de estabelecimento de diretrizes renovadas para o Ano Novo que se aproxima, trazendo as melhores esperanças de oportunidades de crescimento e de abraçar a sua vida com mais encantamento, serenidade e brilho nos olhos.

Feliz Natal!

 

 

 

 

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